Meu pai me pediu o cortador de unha.Não tinha, ofereci a licha, ele aceitou.
Sentou-se no banco do lado de fora do chalé que nos abrigou durante o chuvoso feriado.
Fui lá também, gosto de ficar perto dele, silenciosamente. Peguei meu livro, e sentei-me ao seu lado de pernas de índio, para minimizar o frio nos pés.
Revezava-me entre a leitura e a observá-lo. Ele revezava entre o copo de uísque e as unhas.
Fazia um trabalho minucioso e concentrado. Lancei-lhe um olhar comico. Ele logo perguntou :" Que foi?".
Nada, não foi nada." Gostei do mindinho".
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