sábado, 29 de maio de 2010

Carícias

Deitada desconfortavelmente em seu colo, aquecida pelo sol , cortado por leves brisas de outono, era deliciosamente acariciada com penas. Penas azuis.Olhava para o céu (igualmente azul), para uma árvore e para o pequeno ninho nela aconchegado.
Começou a gargalhar.Um bilhete, que havia sido passado pela fila quilometrica, chegava em nossas mãos.Em estranha caligrafia: " O mundo não tem coração, mas seria uma loucura não gostar dele por isso ".

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